A Prefeitura de São Paulo não considera, por enquanto, retomar barreiras sanitárias nas rodoviárias da cidade e no aeroporto de Congonhas, na zona sul, para identificar possíveis casos da variante ômicron do coronavírus.
A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo confirmou a informação e disse que não pretende adotar a medida foi adotada entre maio e outubro por causa da variante delta.
A nova variante ômicron foi classificada como cepa de "risco muito elevado" pela OMS (Organização Mundial da Saúde) nesta segunda-feira (29).
A Saúde Municipal foi questionada pela reportagem da Folha de S. Paulo se pretendia fazer uso de barreiras sanitárias diante da nova possível ameaça mas o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, respondeu que "ainda não".
O secretário afirmou que ainda que deve aguardar novas orientações técnicas. "Estamos conversando com o Ministério da Saúde e com o governo do estado para monitorar a situação", complementou.
Nas últimas campanhas com barreiras sanitárias, durante quase cinco meses, os profissionais da Covisa (Coordenadoria de Vigilância em Saúde) abordaram 801 mil pessoas no aeroporto de Congonhas e em três rodoviárias.
No domingo (28), um passageiro que posou no Aeroporto de Guarulhos e que passou pela África do Sul, testou positivo para a Covid-19, segundo informação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A primeira vez em que a variante ômicron foi identificada foi atribuída àquele país.
