'Vacina de xepa' para crianças sem comorbidades; saiba como se cadastrar

Público com idade entre 5 e 11 anos sem comorbidades ou deficiência poderá receber as doses remanescentes dos imunizantes antiCovid

Vacina de xepa para crianças sem comorbidades


Assim como aconteceu no início da vacinação de adultos, no início de 2021, a cidade de São Paulo disponibilizará para o público infantil as chamadas "vacinas de xepa", isto é, aquelas que acabam sobrando ao longo do dia, após terem o frasco aberto.

O objetivo da iniciativa é evitar o desperdício de vacinas, pois uma vez que o frasco de vacina é aberto e sobram pequenas quantidades em seu interior, o imunizante acaba se estragando. Dessa forma, a gestão municipal prevê criar uma "fila" de interessados para receber essas doses remanescentes.

A responsabilidade por organizar a fila de interessados será de cada unidade de saúde. O posto de vacinação deverá montar a lista de espera considerando crianças moradoras da região de atuação da unidade sendo elas com idade entre 5 de 11 anos, sem comorbidades.

Os interessados em disponibilizar a vacina a seus filhos devem se dirigir até estas unidades, apresentar comprovante de endereço ou de matrícula escolar das crianças e realizar o cadastro para a fila. Havendo disponibilidade de vacina de xepa, o responsável será contatado pela unidade de saúde. 

O mesmo processo de "fila da xepa" já é utilizado atualmente para vacinação de adultos e de adolescentes com mais de 12 anos. Porém, a dosagem para este público é diferente daquela administrada para crianças. O texto conta com informações do Estadão.

A vacinação de crianças teve início nesta segunda-feira (17) na capital paulista e, nesta fase inicial, prioriza imunizar o público infantil que possui deficiência ou comorbidade, assim como indígenas aldeadas e nas quilombolas.

A prefeitura de São Paulo alega que o lote recebido na quinta-feira (13) do Ministério da Saúde não será suficiente para imunizar este público prioritário. "Recebemos 64.090 vacinas, mas temos 236 mil de crianças com comorbidade. Temos de esperar o Ministério de Saúde mandar mais vacinas. A gente vai vacinando paulatinamente", informou o secretário de Saúde da Cidade, Edson Aparecido.

 

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